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CFM 'não recomenda' adoção de fosfoetanolamina antes de testes

O Conselho Federal de Medicina (CFM) afirmou, em nota divulgada na tarde desta quinta-feira (14), que "não recomenda a a incorporação da fosfoetanolamina no arsenal terapêutico antineoplásico até o seu reconhecimento científico com base em evidências, de sua eficácia e segurança, a serem obtidas nas conclusões de pesquisas clínicas". Nesta quinta-feira, a presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que autoriza o uso e a produção da substância fosfoetanolamina, apelidada de "pílula do câncer", por pacientes diagnosticados com tumores malignos, apesar de a Anvisa ter visto com preocupação a liberação sem garantia de eficácia e segurança.
A lei número 13.269, de 13 de abril de 2016 foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira.
O CFM observou que a lei permite ao médico a prescrição da fosfoetanolamina. "Não obstante, é um dever institucional do Conselho Federal de Medicina (CFM) alertar os médicos e a sociedade brasileira sobre a necessidade de pesquisas clínicas que possam assegurar a eficácia e segurança dessa substância", afirma a nota.

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